segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

E a saúde como vai?





Os gestores  públicos de um modo geral têm um discurso muito afinado durante seus pleitos à cadeira executiva. Não é raro ouvimos as mesmas perguntas e já sabermos quais serão as respostas.
Quando questionados:
 - Saúde pública como será tratada?
A resposta se sabe qual será:
 - Nossa Gestão priorizará o pré-atendimento, dando funcionamento pleno às unidades básicas de saúde evitando o gargalo no pronto atendimento do Hospital regional.
A realidade pós eleição também continua a mesma. São unidades básicas de saúde fechadas por falta de equipes, por falta de eletricidade ou por simples opção financeira para economizar um verba que já tem previsão orçamentária e mantenedor especifico.
Para encurtar a conversa, deem um passa pela avenida das graças na esquina com Gerônimo matos e vejam que belo prédio público construído pela gestor passado mas que 60 dias após fechar os velhos posto para recesso (como se doença tirasse férias) ainda continua fechado esperando, equipe profissional e a ligação da enegia elétrica, enquanto isso, moradores dos bairros Alecrim I e II, Vista Alegre, Arisvaldo Reis, Vila olímpica, Nacional Chesf,  zona rural adjacentes são segregados na unidade de Saúde Walda Moura Guerrieri  no Alecrim I.    Sofrendo com o surto de Chicungunha, Zica e dengue além da dificuldades para os pacientes que fazem uso continuo de medicamento com os indicados para diabete e hipertensão arterial.

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